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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

A triste violacão das leis divinas...

O SUICÍDIO é A morte antecipada, provocada pela própria pessoa de forma direta ou indireta, é uma triste VIOLAÇÃO DAS LEIS DIVINAS, a qual permite o renascimento para o reajustamento dos seres com as leis naturais e oportunidade de evolução. Não é a morte em si mesma o problema, pois é da natureza a cessação da vida física, mas o que ela significa. Para entender isso, é preciso compreender o que envolve a reencarnação.
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Um espírito, com auxílio da espiritualidade superior, ANTES DE NASCER NA CARNE, ORGANIZA os pontos principais de sua vida futura, como por exemplo quem serão seus pais, filhos, quem preferencialmente será seu companheiro, algo importante que deva realizar, etc. São pontos básicos, variáveis conforme a prova escolhida, e que interdependem, se complementam com a existência carnal de outros envolvidos. Se o espírito reencarnar, obviamente algum outro que precisasse passar por situações semelhantes não o poderá fazer na “vaga” preenchida. E é facilmente perceptível que se o reencarnante desistir no meio do caminho, ele não só desprezará um instrumento que a ele não pertencia, lhe foi emprestado (o corpo), como também teria tomado para si um espaço que não quis mais ocupar, em detrimento de quem o faria. Além disso, obrigará a reformulação na vida de todos os parceiros daquela jornada, e como exemplo podemos mencionar um filho não poderá nascer daquele pai ou mãe e que terá que encontrar outros espíritos em situação parecida dispostos a serem seus pais, para que possa retornar à carne na experiência que pediu/necessita viver.
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Além disso, há a questão dos MOTIVOS DO SUICÍDIO: podemos mencionar quem se suicida por causa de valores financeiros, querendo fugir de dividas, por exemplo. Uma pessoa assim joga aos outros as responsabilidades que são suas, fugindo e deixando para trás o que era sua obrigação viver ou corrigir. Há quem se mate para encontrar um ente que desencarnou antes dele, todavia Deus não premia condutas equivocadas e a última coisa que encontrará do outro lado, é a pessoa desejada. Há quem se mate apenas porque não veja sentido na existência, quiçá desejando encontrar o nada após a morte; mas se essa pessoa olhasse um pouco além dela, veria quantos contariam com seu amor, sua mão estendida, a comida no prato, o esclarecimento acolhedor, etc, que poderia dar sentido à sua vida e a dos necessitados. Há ainda quem se suicide “sem querer”, ferindo-se para coagir outrem a alguma coisa, como por exemplo “amá-lo” e embora a vontade real não tenha sido morrer, o egoísmo o faz assumir o risco e viver essa culpa caso a morte aconteça. Assim como há aquele que se mata para “culpar” alguém por sua morte, o que demonstra fraqueza moral e egoísmo, mas também certa maldade. É também suicídio o ato que leva a morrer antes da hora pelo uso de substâncias químicas que lhe diminuam a vida carnal (inclusive eutanásia), assim como o mau uso do corpo, o sedentarismo, a alimentação excessiva ou insignificante, por vontade própria. Quanto a eutanásia, os espíritos esclarecem que um só minuto de arrependimento em toda a existência, pode fazer toda a diferença no destino após a desencarnação, por isso, cuidem-se de abreviar a vida!
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Claro que há quem se suicide por MOTIVOS ALÉM DA PRÓPRIA VONTADE, como a subjugação (obsessão intensa), mas ainda nesse caso a pessoa tem alguma cota de responsabilidade, pois somente quem se entrega ao assédio espiritual permite-se ser estimulado ou enlouquecido até morrer antecipadamente, ou seja, entrega-se sem que apresente reações – nesse caso, a responsabilidade do suicida permanece, contudo em grau menor, sendo o obsessor responsável pelo resultado da sua influência negativa (isso vale para “obsessor

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