O machismo não aceita o 'não' de um homem trans, de uma lésbica, que acabam estuprados e mortos.
À margem, as pessoas trans convivem permanentemente com medo de morrer ou de ser vítima de “estupros corretivos”, muitos em banheiros, uma outra luta das pessoas trans, pelo uso do banheiro compatível com o gênero e o nome social.
A família fecha a porta, a escola fecha a porta em uma época crucial da vida, que é a adolescência, aí a pessoa tem dificuldade de encontrar trabalho e por não ter qualificação isso vira um problema social. Precisamos visibilizar que a exclusão é o principal fator de risco. aAfalta de políticas públicas para inclusão desse grupo.
Eu, como professora que sou, reconheço que a educação precisa ser repensada nesse aspecto, faltam serviços para a população nos estados e municípios.
Existe uma grande dificuldade de dialogar com os legislativos e assim acabam ficando de fora dos planos de educação a questão de gênero.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
A violência é uma questão cultural.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe sua opinião aqui.